Páginas

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012




Fingir que algo inexiste não facilita muita coisa. 
Tentar esquecer os fatos, não o faz desaparecer,
Ele vai continuar ali ao seu lado, e quando colocar a cabeça sobre o travesseiro 
Os pensamentos o seguirão, virão milhões de questionamentos:
E se... E se tudo fosse diferente... E se... E se...
Nada disso devia acontecer, tudo é tão frágil. Parece que a partir de agora tudo pode 
Cair e tornar-se pó
E o pó traz tristeza
O pó é ruim
O pó varre a alegria
O pó suja
Tudo poderia ser eterno ou ao menos esperar um último abraço
Ou quem sabe uma última aproximação, ao menos isso...
Poderia esperar novos sorrisos.
A vida poderia esperar, só um pouco, alguns minutos, 
A vida poderia abrir um parênteses aqui ou ali
A vida poderia viver mais, sobreviver as quedas,
A vida podia ser coletivamente eterna, e já estava bom!

sábado, 15 de setembro de 2012

E se existisse uma palavra que traduzisse tudo, ela seria: MEDO.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


As expectativas agora são pequenas. Sonhos foram massacrados.
De tudo ainda me resta o ar, as nuvens, a lua e o sol. 
Ainda vou sorrir. 
Dias melhores virão, afinal a esperança sobrevive enquanto há vida, ou quem sabe até mesmo quando não há.

sábado, 22 de outubro de 2011

Tornei-me, involuntariamente, compulsiva por meus próprios desejos. Eu sei que nem sempre serão realizados, mas eu busco incansavelmente concretizar todos a meu tempo, e meu tempo passa rápido.
Como uma criança que grita que por um brinquedo eu esguelo de tanto clamar, como uma mãe que reclama o filho a fim de que ele aprenda a esperar,  Deus me dá umas palmadinhas.
Chegou a hora de pausar no tempo, ainda que insatisfeita, hora de descansar a imaginação e esperar, mesmo que essa espera seja dolorida, hora de amadurecer ideias, de concientizar-se que nada será realizado a meu tempo.
O que é meu, eu sei, virá, ainda que, segundo meu relógio, dure uma eternidade.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Caminhar...


Vou esperar o tempo passar
E assim caminhar
Vou esperar o tempo passar
Realizar escolhas, traçar planos
Vou esperar o tempo passar
E fazer a vontade de Deus minha vontade
Eu tenho sonhos
Mas vou esperar o tempo passar
E descobrir como é bom, novamente sonhar!

Uma questão de escolha

O coração anda no compasso que pode. Amores não sabem esperar o dia amanhecer. O exemplo é simples. O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono. A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem. Joelhos esfolados são representações das dores do mundo. A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos. O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções. São as regras da vida. E o melhor é obedecê-las. Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer. São exercícios simples... Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio. Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar. Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que que escolhemos dizer. É simples...

GRANDE Padre Fábio de Melo

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Metamorfose singular




Metamorfosiava singurlamente. Pausei pra adormercer, congelar sorrisos e expressões. Pausadamente é mais fácil digerir a realidade, os erros e suas limitações. Adormecidos deixamos de viver, porém evitamos engolir os obstáculos de nossas próprias limitações, adormecidos contentamos com a mesmice, mas cuspimos as decepções e extinguimos a não realização de nossos anseios, descansamos do irritante e passamos a vivenciar com nossas próprias sugestões...
Contrariando, a realidade dura e crua nos afirma o óbvio: não há mágica que possa nos privar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer.

Um amor incondicional (...)

Um amor incondicional (...)
Então AMIGO meu (L)