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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Que 2011 seja vida e que a vida seja 2011;

Nesses sorrisos que sorriram sem medo, nas lágrimas derramadas em oceanos longínquos e que misturaram-se a uma água salgada na certeza de que carregaria em si um pouco da beleza, do amor e da poesia de águas infinitas, nos sonhos sonhados na esperança de se tornarem realidade e não misturarem-se ao pó das impossibilidades e nas brincadeiras nas quais foram, com sua simplicidade, máquinas para arrancar sorrisos, são nesses detalhes dispostos no ano velho, no ano de 2010, que me fizeram feliz no qual aprendi a lidar com as impossibilidades e antes de tudo compreende que a grandeza de Deus está na nossa incapacidade de compreendê-lo e quão bonito é ter fé naquilo que não se vê, e naquilo que não é preciso compreender, apenas que tenha a fé.
Eu quero é juntar tudo, colocar em uma batedeira e misturar bem até formar uma mistura homogênea, guardar dentro de uma caixa e depositá-la no lado esquerdo do meu peito, pra que 2010 seja eternamente lembrado, como os dezesseis anos de minha vida que nunca se aposentaram mas se tornam jovens a cada ano finalizado.
Eu quero é que 2011 seja vida e que a vida seja 2011, eu quero é fazer poesia da brincadeira, e da brincadeira poesia, eu quero é fazer dos meus sonhos os sonhos de meu Pai, e dos sonhos de meu Pai os meus, eu quero é fazer do dia um sorriso novo, e do sorriso um dia, eu quero é chorar para que minha raiz seja fortalecida no amor de Deus, por que pra mim 'Isso é que é importante', o resto é que fica pra depois esquecido entre amontoados de cacos quebrados sem importância alguma para a contrução de minha casa [meu ser].
Despesso aqui da última postagem do ano que se encerra, últimas gostas de sangue que meu coração me mandou gravar aqui.


E a poesia do sorriso se encerra para que se inicie um novo consecutivo sorriso que nunca pausa, que nunca cessa, que não cansa de ser feliz e contagiar a felicidade aos que anceiam por alegria. Eu creio num mundo novo, eu creio na chegada de um novo ano, que traga em sua bagagem, além de fogos e bebidas, a esperança da chegada de instantes gloriosos em que sonhos tornam-se poesias escritas a mão com pena de amor, papel de realização e tinta de Fé, muita fé.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Fui vertigem, enxurrada e amor.

Nas entrelinhas desse versos abandono, muito mais que letras, meu coração. Nu, entregue aos desvaneios das palavras, desmanchado por vãs promessas e amores perdidos em labirintos de sonhos que na solidão do dia, onde mais parece noite, se mantém a olhar às estrelas e como se diante de um espelho vomitasse palavras a si mesmo:
- Amei. Sonhei. Sorri. Fui vertigem, enxurrada e amor.  Queria ser leve e voar por horizontes longíquos, sem pressa, sem medo.  Não soube odiar, nem temer, apenas sonhei...

...eu queria era me tornar uma borboleta e voar dessa solidão amarga e vazia.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

E o sorriso me impressiona,
Me desmancha,
Me mantém.

As palavras tornam essência,
de vida.
Essência, dos sonhos.

A simplicidade dos sorrisos e palavras,
Aí...me encantam, e como me encantam.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010


Minhas palavras não soam mais como antes.
Cresce em mim um forte desejo de amar e antes de amar, amar mais ainda,
e após, amar novamente.
Minhas palavras não soam mais como antes.
Perdi a inocência de criança, e junto com ela o gosto do amor sincero,
e do amor perdido o coração fica vazio, evazivo...e me falta o amor.
Minhas palavras não soam mais como antes.
Procura-se dentre livros e palavras, meu amor perdido.
Se achar me devolve?

'e a palavra se fez carne'

'e a palavra de fez carne e veio morar entre nós.'
(Jo 1, 14)

O Natal,
vitrines reluzentes, ruas pintadas de um colorido vivo e alegre, casas cobertas de pisca-piscas e papais-noel de todos os tamanhos e cores, lojas inundadas por milhares de pessoas em busca de presentes caros e úteis, outras vezes apenas úteis... e assim o verdadeiro significado do natal é esquecido imerso em supéfulos bens materiais e decorações, em meio à corrida para a compra do 'mais caro', em busca de doar aquilo de melhor que o 'dinheiro' possa comprar.
O homem com sua incrível capacidade de criar e inovar transformou a simplicidade do natal em uma busca incessante de lucros a fim de encontrar um sentido para sua vida preenchendo um vazio que vigora durante todo o ano e que, supostamente, é nessa data do ano é  satisfeito por luzes e presentes.
E desse modo  o nascimento de Jesus, O mestre dos mestres, é esquecido e muitos não sabem nem o sentido do Natal. No centro do presépio dois bracinhos de criança, que se abrem em nossa direção, cheios de ternura e de paz, nos ensinam que é abrindo os braços na direção do outro que construímos um feliz ano novo e uma feliz vida nova. 
Abrir os braços na direção do proximo não  significa a troca de presentes caros, mas em gestos singelos, bem como o aniversário de um rei que nasceu em um estábulo em meio a animais.
Talvez esteja faltando em nossas vidas o compromisso de abrirmos às portas de nossas casas para o nascimento do menino Jesus, Àquele que preencherá a nossa alma e nos levará ao caminho da verdadeira felicidade.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Cores de amor, de flor, de sonhos [...]

A menina sorria, um sorriso largo que inundava seu rosto e do rosto encaminhava-se à alma.
O menino coloria a rua, da rua, para a rua e com a rua : coloria a menina.
Rosa, azul, amarelo, verde, lilás, laranja...Não eram cores comuns, eram cores singelas, cores ocultas, jamais conhecidas
cores de sonho,
cores de amor.

Um amor incondicional (...)

Um amor incondicional (...)
Então AMIGO meu (L)