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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Mar Morto

Fui percebendo que não habitava mais em mim um ser sensato, forte e inatingível. Passa por minha cabeça um turbilhão de pensamentos que não fazem o menor sentido, no entanto apontam minha fragilidade e vunerabilidade.
Minhas limitações e fraquezas estão a mostra e por mais que tente omití-las elas me perseguem. 
Tentei não chorar, mas meu coração apertado e decepcionado com minhas limitações empurram o mar salgado de dentro de mim. E eu fui me tornando aos poucos um mar, um Mar Morto.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Anjo meu, apenas

Era um dia comum, o sol escaldante, e eu estava em meu quarto, não me lembro bem o que fazia, mas estava ali entre quatro paredes, com apenas uma janela me distanciando do quintal.
De repente fez-se um barulho imenso, e quando dei por mim estava ja no quintal com roupa de dormir  e em minha frente se posicionava um ser estranho, era humano, de cabelos longos, sorriso doce, no entanto possuia um par de asa enormes, brancas e fofas como chumaço de algodão.
Eu estava inerte, como se houvesse morrido e esquecido de cair. Porém dentro de mim meu coração palpitava como outrora, pois, aquele ser era de divindade incomparável. Não me recordo bem de suas palavras, lembro-me apenas de sua última frase:
- Pequena, apenas siga as minhas asas, porque nelas o Grande Homem confiou-lhe sua preciosa filha.
E eu as segui e quando dei por mim estava diante das estrelas, voando por sobre as nuvens como se flutuasse num castelo de algodão-doce, porém esse era mais doce e como era.


Seguirei contigo nas perseguições e nas tribulações,
para um dia ser digna de amar-Te  na revelada Glória do céu.
                                                                       Amém!

Um amor incondicional (...)

Um amor incondicional (...)
Então AMIGO meu (L)