Metamorfosiava singurlamente. Pausei pra adormercer, congelar sorrisos e expressões. Pausadamente é mais fácil digerir a realidade, os erros e suas limitações. Adormecidos deixamos de viver, porém evitamos engolir os obstáculos de nossas próprias limitações, adormecidos contentamos com a mesmice, mas cuspimos as decepções e extinguimos a não realização de nossos anseios, descansamos do irritante e passamos a vivenciar com nossas próprias sugestões...
Contrariando, a realidade dura e crua nos afirma o óbvio: não há mágica que possa nos privar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer.
