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sábado, 22 de outubro de 2011

Tornei-me, involuntariamente, compulsiva por meus próprios desejos. Eu sei que nem sempre serão realizados, mas eu busco incansavelmente concretizar todos a meu tempo, e meu tempo passa rápido.
Como uma criança que grita que por um brinquedo eu esguelo de tanto clamar, como uma mãe que reclama o filho a fim de que ele aprenda a esperar,  Deus me dá umas palmadinhas.
Chegou a hora de pausar no tempo, ainda que insatisfeita, hora de descansar a imaginação e esperar, mesmo que essa espera seja dolorida, hora de amadurecer ideias, de concientizar-se que nada será realizado a meu tempo.
O que é meu, eu sei, virá, ainda que, segundo meu relógio, dure uma eternidade.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Caminhar...


Vou esperar o tempo passar
E assim caminhar
Vou esperar o tempo passar
Realizar escolhas, traçar planos
Vou esperar o tempo passar
E fazer a vontade de Deus minha vontade
Eu tenho sonhos
Mas vou esperar o tempo passar
E descobrir como é bom, novamente sonhar!

Uma questão de escolha

O coração anda no compasso que pode. Amores não sabem esperar o dia amanhecer. O exemplo é simples. O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono. A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem. Joelhos esfolados são representações das dores do mundo. A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos. O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções. São as regras da vida. E o melhor é obedecê-las. Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer. São exercícios simples... Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio. Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar. Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que que escolhemos dizer. É simples...

GRANDE Padre Fábio de Melo

Um amor incondicional (...)

Um amor incondicional (...)
Então AMIGO meu (L)