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sábado, 13 de março de 2010

Sim é infinito o amor que sinto

Nesse instante, 22:34 da noite, sinto forte vontade de sentar e escrever tudo o que sinto, uma vontade que não é passageira, que tento arrancar de dentro de mim. Não existe mais sono ou cançasso. Então sento em frente ao computador e começo a despejar em palavras o qu transborda dentro de mim.
Começo a escrever, mas falta-me palavras, falta-me inspiração, então pensei:"por que não escrever somente aquilo que vem do coração, sem preocupar-me com regrar gramaticais, com coerência ou cacofonismo", enfim escreveria algo toalmente sem sentido, mas completamente sinsero, algo que ninguém consegueria ler, e aindo os poucos que lessem não compreenderiam.
Meu coração palpita, eu peço silêncio a ele, mas quem disse que obedece? Quando falamos de algo que amamos o coração insiste na sinseridade e não se satisfaz com o silêncio, então começa a palpitar para que interpretemos o que ele tem a dizer.
Vejo lágrimas rolarem em meu rosto, tento entender o porquê afinal, não há o menor sentido. Então meu coração responde: "não são lágrimas, é o choro, não um choro qualquer é "o" choro (repare no emprego do artigo definido 'o'), o choro do coração, de amor, da falta de palavras bonitas, é um sinal de que você ainda tem coração, que ainda está viva." E choro porque chorando amo um pouco mais, derramo um pouco do amor de dentro de mim doando-o para as pessoas ao seu redor, chore, chore na tentativa imbecil de esvaziar as pessoas de si.
Emfim termino em prantos, já são 22:51, após houver satisfeito minha vontade recolho-me na minha insignificância de uma pessoas normal, em prantos, recolho-me em meu singelo quarto e entroem um sono profundo a procuro de uma descanço do coração e quem sabe não esvazio um pouco de mim mesma nos meus sonhos.

Precisa-se urgentemete de amor
de carinho, de mansidão, de carícias, de sorrisos, de palavras singelas, de palhaçadas, de afeto...emfim precisa-se incessantemente de vocês ♥
Um vazio chamado "SAUDADE"
Sinto falta dos nossos momentos, das nossas histórias, dos medos que tínhamos de monstros quando menores, das nossas chamadas aventuras.
Como tudo era perfeito, um dia tudo teria de acabar, todos nós sbaíamos disso, sabíamos que nada dura pra sempre.
As lembranças sobrevivem, e persistem em trazer mais saudade, e trás aos montes, em caminhões lotados e derrubam sobre nosso singelo corpo o peso dessa dor, uma dor que mata aos poucos que entristece, e que destrói.

                          Precisa-se preencher esse vazio
                       chamado: "SAUDADE"(...)

Um amor incondicional (...)

Um amor incondicional (...)
Então AMIGO meu (L)