Páginas

quinta-feira, 5 de maio de 2011

É incompreensível compreender

Senti um forte impulso em escrever isso aqui. De súbito, hoje, passei a observar o que nunca prestei atenção: a nossa racionalidade. Somos racionais demais, queremos descobrir os motivos e comprovações científicas que prove nossa existência e o mistério da vida.
Agora pense comigo, se isso tudo não fosse um mistério não haveria graça, não teria sentido buscar aquilo que já conhecemos. Mesmo se houvesse sentido seria muito fácil, comum demais, não haveria sacrifício. Ora o que é a fé sem sacrifício?
 A compreensão disso tudo está na incompreensão daquilo que não se sabe. Não compreender e negar  é  fácil. Virtude mesmo está em crer sem compreender, é ter fé por aquilo que não se vê é seguir aquilo que o coração anseia e grita, porque se não houver crença de coração não haverá fé verdadeira.
Eu não compreendo, e ainda assim creio de olhos fechados. Porque eu sei que ser humano algum tem capacidade suficiente para entender o mistério da vida, por mais racional que seja sempre será leigo aos olhos de Deus.
E para aqueles que não aceitam sua incompreensão, nestes falta ainda mais inteligência, pois ainda não descobriram o mistério de viver, simplesmente viver.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Viver de amor


O sol, a terra tocando meus pés e a brisa de encontro ao meu rosto me bastava naquele dia. Eu, porém, queria mais. Queria que as estrelas me pertencessem, que o sol brilhasse apenas pra mim, queria possuir a brisa... Eu queria tudo, tudinho.
Não! Não queria tudo, descobri nesse dia que meu único desejo era viver de amor, um amor bem mansinho bem devagarzinho. De modo que um silo de amor me sustentasse.
Aí eu estive errada. Sim errada! O amor não nos sustenta, nós que devemos sustentar o amor. Mas ele é frágil, não deve ser regado com pouco nem muita água, sol demais o desidrata e sol de menos o enfraquece.
Então, eis a dificuldade de viver de amor: ele é delicado, o amorzinho foge de nossos cuidados!

Um amor incondicional (...)

Um amor incondicional (...)
Então AMIGO meu (L)